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Conversa entre Luiz Camillo Osorio e Helô Sanvoy.   LCO – Fale como foi o começo de sua trajetória. Ela se deu junto ao Grupo EmpreZa? Como é a relação entre o coletivo e seus trabalhos individuais?

Acredito que a questão de como surge uma trajetória em arte é bem incerta. Cada vez mais, tenho entendido que essa coisa de fazer arte vai ganhando corpo durante a vida, sem momento específico. Talvez esteja relacionada a uma vontade de lidar com os mistérios das coisas do mundo e/ou com determinadas realidades internas. Durante a infância, em Goiânia, eu morava ao lado do Morro da Serrinha. 

Ciclos, strata e das passagen-werk

(André Pitol). A ideia de ciclo parece ser um interessante elemento de aproximação ao trabalho artístico de Helô Sanvoy. Se os ciclos, em seus mais variados campos e usos, podem ser entendidos tanto como uma série de fenômenos que ocorrem numa determinada ordem, ou uma espécie de transformação de causas cujo efeito traz de volta o seu estado inicial, chama a atenção como a obra de Sanvoy apresenta em sua atualidade, uma série de outras temporalidades, (...)

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